Ana Maria Braga recebe aposentadoria do INSS todos os meses e explica por que não pretende parar de trabalhar

Posted by

–

Aos 77 anos, Ana Maria Braga revelou um detalhe de sua vida financeira que chamou a atenção do público: ela recebe mensalmente um benefício do governo federal. A apresentadora do Mais Você, da TV Globo, já está aposentada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas deixou claro que não pretende abandonar a televisão. Segundo ela, o benefício é resultado dos anos em que trabalhou com carteira assinada e contribuiu para a Previdência Social.

++Jovem com ‘síndrome do lobisomem’ tem 95% do rosto coberto por pelos

A declaração foi dada durante uma entrevista à revista Veja, na qual Ana Maria falou sobre a carreira e a possibilidade de se afastar definitivamente das câmeras. Ao comentar a aposentadoria, a comunicadora afirmou que tem direito ao pagamento após décadas de trabalho. Apesar de já poder aproveitar essa etapa da vida sem a rotina profissional, ela disse que não se imagina longe da atividade que exerce há tantos anos.

A curiosidade aumentou diante das estimativas sobre o salário da apresentadora. Informações divulgadas por veículos de entretenimento apontam que ela receberia cerca de R$ 2 milhões mensais da Globo, valor que poderia chegar a aproximadamente R$ 3,2 milhões com campanhas publicitárias e ações comerciais. Esses números, porém, não são oficiais e não foram confirmados pela emissora. Ana Maria também não revelou o valor de sua aposentadoria nem quando começou a recebê-la.

++O que Neymar pretende fazer depois de se aposentar? A resposta surpreendeu

O recebimento do benefício não impede, por si só, que a apresentadora continue trabalhando e recebendo salário. A aposentadoria contributiva do INSS não é exclusiva de pessoas de baixa renda: ela depende do cumprimento dos requisitos previstos na legislação. Em regra, aposentados podem continuar exercendo atividades remuneradas, embora existam restrições específicas para determinadas modalidades. Assim, a revelação de Ana Maria destaca uma situação permitida pelas regras previdenciárias brasileiras.